Braços abertos para o mar
num abraço infinito que não dói
nas vagas do medo se entranha
no corpo que se amanha e se moi
Nas vagas se lavam as mágoas
das entranhas que choram com dor
neste mar profundo e tamanho
mergulhamos bem fundo...o pavor.
Mário Margaride
03-03-2020

Una lirica intensa dove la potenza purificatrice del mare si scontra con l'abisso del dolore umano, trasformando la paura in un'immersione necessaria e catartica.
ResponderExcluirBuona giornata
Olá, amiga Silvia.
ExcluirMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Beijinhos, e bom fim de semana!
Amigo Mário, boa tarde pascal!
ResponderExcluirQue o mar leve longe o temor!
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Olá, amiga Roselia!
ExcluirMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Beijinhos, e bom fim de semana!
Um poema tocante, este !
ResponderExcluirCarinhoso abraço, meu amigo, bom resto de semana :)
Olá, amiga São.
ExcluirMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Beijinhos carinhosos, e bom fim de semana!
Quando abro os braços como para encher-me de amor até parece que o tenho pegado ao peito.
ResponderExcluirBelo poema dum ambiente que gosto.
Grande abraço, meu amigo.
Olá, amigo Duarte.
ExcluirMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Abraço forte, e bom fim de semana!
Mar imenso que tudo abarca.
ResponderExcluirNo sal das suas águas existe o refrigério que tudo lava.
Continuação de boa semana, amigo
Mário.
Abraço
Olinda
Boa tarde, amiga Olinda.
ExcluirMuito obrigado, pela leitura e gentil comentário.
Beijinhos e bom domingo.