Fui árvore, tronco seco, giesta…
fui mar, tempestade, fui mendigo
perdido, andei, buscando abrigo
na imensa e atribulada floresta
Porém, não desisti de acreditar
pelo deserto imenso, eu andei…
por entre as dunas eu procurei
mas não consegui te encontrar...
Hoje sou cama, onde a esperança dorme
nada temo, e tenho um orgulho enorme
e guardo esta esperança em mim, com intensidade…
E na cama deitado às vezes choro…
sentindo esta emoção, imploro…
que a esperança viva em mim…para a eternidade
Mário Margaride

Un percorso di trasformazione e resistenza interiore, dove la speranza, pur ferita, diventa dimora e forza che non si spegne.
ResponderExcluirUn caro saluto
Muito obrigado, amiga Silvia, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirBeijinhos e boa semana!
Mesmo estando vivendo em aflição temos que manter a esperança viva em nós, Mário magnífico poema, feliz sábado bjs.
ResponderExcluirMuito obrigado, amiga Lucimar, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirBeijinhos e boa semana!
Siempre hay que tener esperanza. Ayuda a seguir adelante.
ResponderExcluirUn poema muy bueno.
Un beso.
Feliz fin de semana.
Muito obrigado, amiga Amalia, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirBeijinhos e boa semana!
Haja esperança... embora eu não tenha muita.
ResponderExcluirCaro amigo : beijinho com amizade , bom domingo e voto esclarecido!
Muito obrigado, amiga São, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirBeijinhos carinhosos, e boa semana!
Não é por acaso que se diz que a esperança deve ser a última coisa a morrer...
ResponderExcluirUm excelente poema, gostei imenso.
Boa semana.
Um abraço.
Muito obrigado, amigo Jaime, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirAbraço e boa semana!
Belas e maravilhosas palavras.
ResponderExcluirBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Muito obrigado, amigo Emerson, pela leitura e gentil comentário.
ExcluirAbraço e boa semana!