Fui árvore, tronco seco, giesta…
fui mar, tempestade, fui mendigo
perdido, andei, buscando abrigo
na imensa e atribulada floresta
Porém, não desisti de acreditar
pelo deserto imenso, eu andei…
por entre as dunas eu procurei
mas não consegui te encontrar...
Hoje sou cama, onde a esperança dorme
nada temo, e tenho um orgulho enorme
e guardo esta esperança em mim, com intensidade…
E na cama deitado às vezes choro…
sentindo esta emoção, imploro…
que a esperança viva em mim…para a eternidade
Mário Margaride

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