Braços abertos para o mar
num abraço infinito que não dói
nas vagas do medo se entranha
no corpo que se amanha e se moi
Nas vagas se lavam as mágoas
das entranhas que choram com dor
neste mar profundo e tamanho
mergulhamos bem fundo...o pavor.
Mário Margaride
03-03-2020






