No silêncio da noite
a saudade se insinua
como um suspiro que escapa dos lábios
um eco distante de memórias entrelaçadas
Saudade é o perfume das flores murchas
o toque suave do vento nas folhas secas
a melodia triste de uma canção esquecida
É o abraço que não foi dado
a palavra que ficou presa na garganta
o olhar que se perdeu no horizonte distante
Saudade é o vazio que se instala no peito
a ausência que se faz presente
a lembrança que se recusa a desvanecer
E assim, entre suspiros e lembranças
a saudade nos visita como uma velha amiga
nos lembrando que o tempo é implacável
mas o amor, ah, o amor...esse é eterno.
Autor desconhecido

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